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IV Copa do Mundo da FIFA - 1950
Curiosidades da Copa do Mundo de 1950
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  • Brasil 7 x 1 Suécia e Brasil 6 x 1 Espanha foram as duas maiores goleadas da seleção em Copas.
  • O iugoslavo Rajko Mitić bateu a cabeça em uma viga do vestiário minutos antes do jogo contra o Brasil. O atacante foi obrigado a entrar em campo com atraso. Azar da Iugoslávia. Enquanto Mitić ainda estava no vestiário para receber seu curativo, o Brasil fez 1 x 0.
  • Durante a Segunda Guerra Mundial, Jules Rimet transferiu a sede da FIFA de Paris para Zurique como forma de evitar a influência nazista. Falava-se que havia um plano de Hitler para levar a entidade a Berlim.
  • Várias seleções desistiram de participar da Copa, como França, Turquia, Portugal, Escócia e até Índia e Birmânia. Em geral, os países se sentiram desencorajados pelo custo da viagem até o Brasil. Mas o caso da Escócia foi raro. Superados pelos ingleses nas Eliminatórias, os escoceses achavam que não havia motivos para disputar um torneio no qual participaria a Inglaterra.
  • A vitória da seleção amadora dos Estados Unidos sobre a Inglaterra é considerada a maior zebra da história das Copas. Inventores do esporte, os ingleses participavam pela primeira vez de um Mundial e chegaram ao Brasil como favoritos ao título. Enquanto isso, os norte-americanos tinham uma equipe amadora, formada por imigrantes. O autor do gol foi Joe Gaetjens, nascido no Haiti e que imigrante, lavava pratos em Nova York. Morreu em 1964 assassinado no Haiti. Em 2005, foi lançado um filme sobre a partida, Duelo de Campeões.
  • Enquanto o Brasil goleava a Espanha, o público cantava a marchinha “Touradas de Madri”, composta por João de Barro, o Braguinha, em 1938.
  • Cerca de 200 mil pessoas (cerca de 10% da população carioca na época) foram ao Maracanã para ver a decisão contra o Uruguai. Seria o maior público da história do futebol se não houvesse “apenas” 173.850 pagantes. Com isso, Brasil x Paraguai das Eliminatórias para a Copa de 1970, com 183.341, é o maior público oficial do futebol.
  • Jornais da época dizem que a torcida, após a virada uruguaia, continuou incentivando a seleção brasileira, o que vai contra a lenda de que o Maracanã se silenciou nos minutos finais.

A Itália tentou defender seu título com uma equipe fraca devido ao desastre de Superga, acidente aéreo que matou todo o time do Torino (base da Azzurra) em 1949.

  • Devido à grande colônia italiana em São Paulo, que foi escolhida por esse motivo para sede da azzurra, o jogo Itália e Suécia levou mais de 40 mil pessoas ao Pacaembu.
  • Dois jogadores daquela seleção de 1950 se suicidaram. Castilho, o goleiro reserva, se jogou da cobertura de sua ex-mulher em 1987 e Maneca tomou veneno em 1961.
  • O maior responsabilizado pela derrota do Brasil em 1950 frente ao Uruguai foi o goleiro Barbosa. Em 1969 quando os administradores do Maracanã resolveram pela primeira vez trocar as traves, deram elas de presente para Barbosa. Imagina-se como ele deve ter adorado este presente.
  • No Maracanã o clima de enterro contrastava com a festa em Montevidéu. No meio da festa fotografou-se um cartaz escrito, Uruguay 2x1 Macacos. Uma ironia já que um dos maiores craques daquela equipe, Obdulio Varela, era mulato. Em tempo, Uruguaios e Argentinos chamam os brasileiros de Macaquitos.
  • 1950 foi a primeira Copa sem final. Os primeiros de cada grupo jogaram um grupo final, vencido pelo Uruguai.
  • A equipe brasileira precisou empurrar o ônibus que os levaria à final, pois o veículo teve uma pane no motor.
  • Os uruguaios chegaram quatro horas antes da final. No vestiário do Maracanã que não estava terminado haviam buracos, e enquanto a celeste se aquecia pedras e foguetes foram atirados contra eles pela torcida brasileira, e eles tiveram que se esconder embaixo dos cotonetes.
  • Existem boatos que havia uma caveira de burro enterrada na trave do Maracanã onde o Brasil tomou dois gols.
  • A base da seleção era o Vasco, chamado de "expresso da vitória" e campeão sul-americano de 1948.
  • Os números nas camisas passaram a ser usados a partir da Copa de 1950. Muitos países não tinham critérios para numerar os jogadores. Mas foi só a partir de 1958 que a numeração foi organizada. Portanto nas listas de elencos ainda são organizados pelo nome.
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